Que esperas da vida,
Amigo meu?
Que esperas do ar,
Do mar?
Que esperas das estrelas
Que no céu estão a brilhar?
Das nuvens que, à noite,
Encobrem o luar?
Eu não espero nada além
Do que mera beleza que
Me aflinge o interior
Pois tudo um dia irá se acabar!
Dia-a-dia vejo o tudo
Se transformar em nada
Diante da beleza do Criador
Que dor não dá aos filhos de sua voz
Vio está meu coração
Por desfrutar de tantas coisas lindas
E belas e bonitas que nos traz
A natureza
Mãe natureza...
Aprendizagens mil tiramos dela,
Mãe...
Se Deus é o Tudo por si só
Aqui estou eu
O pó para adorar
E servir ao amor da vida e só
Fui feito assim...
E assim sigo, amigo meu.
Uma criação.
Itabuna,
Cidade de diversas cores,
Diversas raças,
Tantas diferenças!
Itabuna,
Cidade bela em seu natural.
Cidade de rio, de mato,
Prédios, casas e asfalto.
Itabuna,
Cidade de terra e asfalto.
De muito rio e pouca água,
Tantas diferenças!
Cidade desprezada pelos seus maestros.
De ideais distorcidos pela própria sociedade,
População inconsciente de seus atos sinceros.
Um povo que reclama de seus próprios feitos.
Um governo que, em fazer a diferença,
Não tem a menor intenção.
Itabuna,
Cidade de desigualdades sinceras
E igualdades desonestas.
Itabuna, noventa e nove anos
De lutas. De calmaria
Em meio a batalhas de tão grande importância.
Obrigado pela honrosa visita!
Saudações.
mss