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29 de dezembro de 2012
Gente em noite de almas
Vejo gente pelas ruas
Caminhando sem destino
Pensando no vazio da vida
No eco do seu sentido.
Gente pelas calçadas
Seguindo o mesmo caminho
Sen leitos que descançar
O colo de seus corpos sujos.
São casos aparentemente
Perdidos.
Mas sinto certa paz
Se assim posso explicar
Gozo tão profundo em meu ser
Sei que está em um Cristo
Que derramou sangue puro
Inocência em uma cruz,
Em covil de ladrões
Para trazer em abundância
A luz que dissipa
Toda noite de almas.
9 de junho de 2010
"Linduras" Superficiais
Cubro-me de puro véu
Por completo. Escondendo-me
Das vãs sutilezas que me rodeiam
Em meu dia-a-dia carregado de amarguras.
Amarguras que estão à minha volta
Disfarçadas com lindas expressões de paz.
Vivo num universo
Amplamente carregado
De diversificações de mundos.
E cada mundo com suas características próprias.
Mas que ao se organizarem em um só conjunto,
Dão a parecer serem um só...
Apenas do ponto de vista miragem...
Quando se avista parcialmente
E sem preocupação com profundas análises.
Porque a "união" de mil cabeças pensantes
Pode sempre causar dissensões.
Ainda que bem ocultas estejam.
Ah! Este universo
Tão cheio de atrações...
Tantas "linduras" superficiais
Que insistem em me envolver!
Por isso me escondo.
Busco não aprouver aos meus olhos
Toda essa exuberância...
Para que não atinja a meu coração
Sentimentos que me tornem
Superficial.
Que me façam ser mais uma beleza
Nesse planeta que vivo,
Esse mundo em que sou e estou.
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mss
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