31 de janeiro de 2011

Agradecimento


Hoje eu escrevi
E hoje eu sonhei
Hoje eu escrevi para
Meu Mestre
Hoje eu sonhei que
Precisava dormir
Para agradecer meu
Mestre, Jesus

Dependência


Dia de sol,
O luar ja passou
E aqui estamos

Parados, dispostos,
Acesos e envoltos
Na palavra de Deus.

Como é bom
Escutar de Cristo
Coisas divinas

E apreciar
A beleza de Sua face.
Quão grande o resplendor
Da igreja;

Quanto resplendor
Do individualismo
Dependente.

29 de janeiro de 2011

Jesus, e sua doce voz


Sua doce voz
paira em meu ser
como controle de raios

Raios que vêm do céu
Transformar-me em uma vida
Besta

Besta por perceber
Que Teu hálito
Me faz sentir um doce aroma

No ar, no vento.

Besta por perceber
Que o som de sua voz
Me mantém calmo, sereno e tranquilo

Tú és Jesus.
A única pessoa com que minha vida
Se perde ao alento.

28 de janeiro de 2011

Espero o nada por tudo!


Que esperas da vida,
Amigo meu?
Que esperas do ar,
Do mar?

Que esperas das estrelas
Que no céu estão a brilhar?
Das nuvens que, à noite,
Encobrem o luar?

Eu não espero nada além
Do que mera beleza que
Me aflinge o interior
Pois tudo um dia irá se acabar!

Dia-a-dia vejo o tudo
Se transformar em nada
Diante da beleza do Criador
Que dor não dá aos filhos de sua voz

Vio está meu coração
Por desfrutar de tantas coisas lindas
E belas e bonitas que nos traz
A natureza

Mãe natureza...
Aprendizagens mil tiramos dela,
Mãe...

Se Deus é o Tudo por si só
Aqui estou eu
O pó para adorar
E servir ao amor da vida e só

Fui feito assim...
E assim sigo, amigo meu.
Uma criação.


27 de janeiro de 2011

Rotineira esperança


Esperança é
Algo do tipo
Porto tranquilo

Que suporta navios de
Coisas e troços
Com camadas de rotina.


25 de janeiro de 2011

Viver é tudo em todos


Viver e desviver
Para mim é
ser

O todo por um só,
O único por todos em um
Da vida a se acabar;

Da vida a completar-se
Para ti
E para eles, os outros.

Viver e desviver
Para mim é
Ser tudo, e todos em real esperança.



Olhar do eterno


Olhar o infinito
Como algo finito de mais
Para mim

É basear-se em teorias de fim
Que se por existir no eco do mundo
Se faz para o eterno

Vivo e desvivo
Ou como morto me desfaço;
E já fiz de mais.

Enfim, o eterno é finito de mais
Para um homem singelo
E infinito como todo para o ser completo.

27 de setembro de 2010

Além da mente e verdade


Na aurora de certo dia
Surgiu
Seu olhar para mim
Se abriu

Senti
O sorriso que me aplacava
No áspero viver
De conceitos formulados
- Meu sofrer

Um vento que pairava
Sobre os nossos corações
Trouxe a paz
Que eu precisava

Lágrimas desceram
No meu rosto
E me tornaram
Envolto no renovo
- De meu ser

Nosso amor aconteceu

26 de setembro de 2010

Posse do nato


Para expor
A fôrma da minha vida,
Sou de palavras
Livres

Ao vento;
Ao alento no papel
Demonstrado.
Uma força, que vem do além...

Logo ali,
O que sempre foi
Sem precisar
De mim, ou da liberdade de extravasar-me;

De expressar meus sentimentos,
Meus lamentos de viver
O que sou, ou tenho sido
Em corpo e alma retido;

Agora, aqui só
Fui tido.
Para não mais me ver parado...

Logo ali, o vento do meu alento.
Espírito em paz.
Assim fui entregue...

Livre da fôrma, da forma
De viver aprisionado no eu, estou
Ali domado.

25 de setembro de 2010

Eu de palavras


Palavras carregadas
De fortes experiências
Com o nada.

São da vida
Que formou o eu
Que vive por não ser

Esculpido por você;
Jamais levou-se a ter
Projetos abandonados no auge do poder
Seguir criando o mundo.
Obrigado pela honrosa visita!
Saudações.
mss